Centro Social Imaculada Conceição
Com muito alegria, informamos que o Centro Social Imaculada Conceição da Paróquia de Santa Joana, Princesa, abriu as suas portas no passado dia 28 de Novembro de 2011.
Encontram-se abertas as Inscrições para o "grupo Delta de Santa, Joana" (Seniores) e para o "Clube dos Príncipes de Santa, Joana"
Foi com muito orgulho e alegria que conseguimos cumprir a data estabelecida e informamos que a adesão ao nosso Centro tem sido um sucesso!
Grupo Delta de Santa Joana (Adultos e Seniores) - 2ª a 6ª feira das 9:30 às 18:00.
Actividades: Aulas de informática, Ginásio da mente, Ateliers de artes decorativas, escrita criativa, Aulas de Inglês, Cinema, Ginástica Sénior, Aula de movimento - Danço terapia, Yoga, Capoterapia, Fisioterapia, Consultas de Psicologia, Sessões formativas, passeios e Visitas culturais.
Clube dos Príncipes de Santa, Joana (Crianças e jovens dos 6 aos 15 anos) – 2ª a 6º feira das 9:30 às 19:00
Actividades: Salas de Estudo, Capoeira, Aulas de Inglês, Jogos dinâmicos, Treino de competências Pessoais e Sociais, Formação musical, Consultas de Psicologia, cinema.
Todas as informações directamente na Secretaria do Centro Sociocultural- Rua dos Lagares D´El Rey, nº 4. Lisboa – Alvalade (perpendicular à Av. Estados Unidos da América). Pelo Telefone: 218454460, ou ainda por email: Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar
Voluntários
Voluntários
O trabalho de voluntários tem uma longa tradição na Igreja de Cristo. Desde o grupo das Santas Mulheres que acompanhavam e apoiavam a actividade de Jesus e dos seus Apóstolos, passando pelos fieis que apoiaram S.Paulo e por todos os que ao longo dos séculos trabalharam pela difusão do Evangelho e o aperfeiçoamento da vida cristã até aos nossos dias, os voluntários comprometidos são uma presença e um testemunho permanente na vida da Igreja de Cristo.
Voluntário é todo aquele que, gratuitamente, oferece o seu trabalho organizado e sistemático num compromisso minimamente estável ou oferece a sua colaboração ocasional também estável e gratuita.
Ao longo dos séculos, o exemplo e a prática do trabalho voluntário foi-se alargando e diversificando. Dos exemplos mais notáveis e difundidos podemos apontar, em favor da acção social e assistencial, as Conferências de S. Vicente de Paulo, nascidas nos finais do século XIX.
Com o desenvolvimento urbano, cultural, político e social, o trabalho de voluntários multiplicou-se e diversificou-se muitíssimo. Não só os problemas se tornaram mais sensíveis, as pessoas mais capazes de participar culturalmente e politicamente, como a vontade de participar e ajudar a construir um mundo melhor se tornou uma necessidade e um desejo muito fortes.
Hoje, há milhões de voluntários empenhados nas mais diversas actividades: religiosas, sociais, culturais, científicas, políticas, ecológicas, no desenvolvimento dos povos, etc. A realidade do trabalho voluntário de tal maneira se tem afirmado, como valor e necessidade, que o Conselho de Ministros da União Europeia decidiu que o ano de 2011 seria o Ano Europeu das actividades voluntárias. Será um ano de reflexão, estudo e organização destas actividades para que se multipliquem, aperfeiçoem e melhor resultem.
Será muito importante uma melhor preparação técnica de cada um; uma melhor organização do trabalho que se efectua; uma melhor difusão das oportunidades para colaborar com trabalho voluntário. No entanto, o mais importante nunca será o que se faz ou o que se dá, mas sim o amor, a maneira, a generosidade e o sentimento como se faz ou como se dá. Lembremos a oferta da viúva pobre do Evangelho.
O Vosso Pároco
Cristãos e Sociedade
Cristãos e Sociedade
Sempre os cristãos se interessaram e empenharam pelo bem comum, ou seja, pelo bem de todos e de cada pessoa. Os primeiros, a partir do ensino de Jesus, partilhavam tudo e punham tudo em comum; de maneira que cada um recebia conforme a sua necessidade; procurando que não acontecesse uns terem de mais e outros terem falta (ver Actos dos Apóstolos e S. Paulo aos Coríntios).
É verdade que a grande multiplicação dos baptismos por razões sociológicas e não por adesão a Jesus Cristo, fez com que a Igreja não fizesse a necessária formação cristã e se deixasse influenciar cada vez mais pelos interesses, vaidades e práticas do mundo em que vivia.
Apesar deste enfraquecimento e dos desvios, sempre lutou pelos pobres, pela paz, pela justiça. Bastará conhecer S. Bento, S. Francisco de Assis, S. Domingos de Gusmão, Santo António de Lisboa e muitos outros. Não foi com os pensadores modernos que a Igreja Católica começou a realizar grandes transformações. Sem ódios, nem violências, doutrinou, propôs, deu exemplos.
É preciso reconhecer que ao atravessar grandes convulsões internas e no mundo, não deu a necessária atenção e acção à sua missão universal de ser luz, sal e fermento. Mas os católicos sabem que a Igreja se reforma e converte a partir do Evangelho, a partir de dentro, a partir de grandes exemplos e mestres no seu interior.
Nestes nossos dias, são cada vez mais visíveis as realidades de reforma que se operam na Igreja Católica, sobretudo, a partir dos Papas Leão XIII, S. Pio X, Pio XII, João XXIII, Paulo VI, João Paulo II, Bento XVI; a partir do concílio Vaticano II; a partir da, cada vez maior, inspiração bíblica na sua vida; a partir da redescoberta da Sua Vocação missionária; a partir de milhares de iniciativas de membros seus, bispos, sacerdotes e leigos. São sinais deste dinamismo e momentos de grande projecção e influência as viagens dos Papas Paulo VI, João Paulo II, Bento XVI; os encontros mundiais da juventude com os Papas; as presenças e discursos dos Papas na ONU.
Não admira que os inimigos de Jesus Cristo, da Sua Igreja Católica, das propostas do Evangelho, tentem calar, tentem desacreditar, tentem afastar a influência, tentem alimentar as ilusões mundanas.
No entanto, não é o que faz o mundo afastado de Deus que interessa e preocupa. Para que o mundo seja melhor, mais justo e pacífico, o que interessa é saber onde estão e o que fazem os baptizados? São bem formados? Têm Fé autêntica e dinâmica? Amam a sério Jesus Cristo e os seus irmãos, sobretudo os que mais sofrem?
Este é o primeiro e grande trabalho a realizar: converter os baptizados. E necessário maior cuidado e melhor preparação para aceitar crianças e adultos ao Baptismo; é necessária melhor preparação para o casamento católico; é necessário que todos os baptizados sejam crismados; é necessário que os adultos estudem doutrina teológica e doutrina social da Igreja; é necessária melhor preparação e prática na liturgia e na oração pessoal.
Os tempos de hoje, como na primitiva Igreja Cristã, são um grande desafio para os discípulos de Jesus Cristo. Sob a inspiração e acção do Divino Espírito Santo, os Doze Apóstolos e algumas centenas de discípulos venceram; passados dois mil anos, sempre assistidos pelo Divino Espírito Santo, um bilião de católicos, não poderá vencer? Bastará acreditar e querer, bastará amar e lançar-se na missão!
O Vosso Pároco